Farinhas: muito além do Trigo

Há algum tempo a culinária não depende mais só de farinhas de trigo, mandioca e milho. A família das farinhas cresceu muito.

A mudança de hábitos de consumo, a busca por saudabilidade e a tecnologia motivaram e fizeram surgir no mercado diversas novas opções de farinhas, para os mais diversos gostos e usos.

As recentemente famosas farinhas integrais e “low carb” atendem aos quesitos das dietas mais moderadas e saudáveis e já se fazem presente em parte significativa dos produtos nas gôndolas dos supermercados. As farinhas orgânicas, além dos aspectos relacionados a sustentabilidade, entregam saudabilidade de forma diferenciada. As sem glúten para pessoas com restrições alimentares ou com dietas específicas e restritivas já são mais comuns de encontrar do que eram há pouco tempo.

Sobre moderação e consciência alimentar, a endocrinologista Dra. Andressa Heimbecher Soares, especialista do site Minha Vida, disse que para os diabéticos, a escolha certa do tipo de farinha usada conta, e muito, na preservação e manutenção de uma saúde mais controlada por essas pessoas. Farinhas integrais devem também ser preferidas sempre por esses pacientes, no entanto, a quantidade e a preferência alimentar devem ser sempre orientadas por um nutricionista. Para os celíacos (pessoas que têm alergia ao glúten), existem opções sem essa proteína como a farinha integral, de coco, de sorgo, de chia, de linhaça, etc.

 

Conheça as características de algumas de opções de farinhas:

  • Farinha de arroz: Ideal para quem tem intolerância ao glúten ou pratica dieta restritiva. É ótima substituta da farinha branca. Combina muito bem com receitas doces.
  • Farinha de aveia: O grão, por si só, já possui inúmeros benefícios ao corpo humano. Auxilia na redução do colesterol no sangue. Sugere-se incluí-la em receitas de panquecas, bolos, tortas e biscoitos.
  • Farinha de centeio: Essa farinha auxilia na digestão e também na conversão do açúcar em gordura. É muito utilizada em receitas de produtos integrais.
  • Farinha de cevada: Repleta de fibras, esses nutrientes são importantes para o bom funcionamento do intestino. Ótima alternativa na preparação de biscoitos e panquecas.
  • Farinha de milho: Bastante comum, a farinha de milho mantém nutrientes que não são encontrados na farinha de trigo. O sabor mais adocicado proporciona versatilidade para quase todos os tipos de massas doces e salgadas.
  • Farinha de soja: Assemelhada com a farinha branca, a de soja conta com mais cálcio, fibras e muito mais proteínas do que a de trigo.
Fonte: redefoodservice.com.br

 

O NIS está chegando! Especialistas debaterão com a indústria alimentícia, fornecedores de ingredientes e influenciadores do setor sobre o desenvolvimento nutricional da próxima geração de produtos alimentícios e farmacêuticos, com apelo de saudabilidade, funcionalidade, sustentabilidade e que trazem benefícios nutritivos reais aos consumidores.

Quer participar do evento virtual? Clique aqui para registrar seu interesse.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *